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ÁLCOOL É DROGA! ALCOOLISMO MATA! #SELIGA!!!!!!!!

ÁLCOOL É DROGA! ALCOOLISMO MATA! #SELIGA!!!!!!!!

 

 

 

 

 

BOA NOITE GALERINHA DO BEM! 03 DE NOVEMBRO DE 2.017!

Resultado de imagem Dia do Cabeleireiro, do Barbeiro e Afins. Trata-se de uma homenagem a São Martinho de Porres, declarado padroeiro dos cabeleireiros, dos barbeiros e afins pelo papa Paulo VI.

NOVEMBRO AZUL

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CONTINUAMOS APOIANDO A LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL, COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER.

Positivamente, um grama de exemplos, valem mais do que mil, duas mil palavras.

Negativamente tenho a impressão que mais ainda! OBSERVEM, REFLITAM E PASSEM A PASSAR EXEMPLOS POSITIVOS, MÓRMENTE AOS MAIS NOVOS.

 

É BEM ASSIM QUE COMEÇA O DESPERTAR DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM RELAÇÃO AO ÁLCOOL!

Então é tipo assim: as pessoas de modo geral....... dia desses mesmo ouvi no "Jornal Hoje" Sandra Annenberg se referindo ao álcool e depois falando sobre drogas.

Meu! diga-se álcool e outras drogas pois o álcool é droga, o alcoolismo mata e mata demais mundo afora como verão relatado abaixo.

O álcool mata cerca de 3,3 milhões de pessoas no mundo a cada ano, ou cerca de uma pessoa a cada 10 segundos, de acordo com um comunicado da OMS.

De uma vez por todas, eu gostaria de poder dizer e salientar para todos que ÁLCOOL É DROGA! 

Essa história de álcool e drogas não existe!

Pode-se dizer álcool e outras drogas, aí, seria políticamente correto como dito nos dias atuais.

Há no Brasil entre 20 milhões e 30 milhões de viciados em álcool, contra 870 mil dependentes de cocaína

Observem atentamente os comparativos:

CRACK - 500 a 600 mil usuários
Droga estimulante do sistema nervoso central. Os danos ao lobo frontal do cérebro são graves, tornando muito difícil a tarefa de livrar o usuário da dependência. O vício pode surgir em apenas 3 dias. A abstinência é bem parecida com a da cocaína: irritabilidade e ansiedade extremas.

COCAÍNA - 870 mil usuários
Como o crack, é uma droga estimulante do sistema nervoso central. Aumenta o ritmo cardíaco e diminui a capacidade de absorção de oxigênio, tornando o organismo mais propenso a infartos. A abstinência causa agressividade, ansiedade extrema e depressão. O vício pode surgir já na quarta dose.

Maconha - 3 milhões de usuários

Perturbadora do sistema nervoso central (a categoria dos alucinógenos). Embora seja vista como droga "leve", as estatísticas demonstram que pessoas que consumiram maconha ao menos 400 vezes na adolescência têm menos empregos e menos diplomas do que aquelas que nunca a utilizaram.

Agora, notem a diferença, mórmente no número de usuários das outras drogas para o álcool:

Álcool - 20 a 30 milhões de usuários

É uma droga depressora do sistema nervoso central. Age diretamente sobre os lipídios e as gorduras - presentes em todos os tecidos do corpo humano, inclusive na membrana que envolve e protege o cérebro. A abstinência pode causar pressão alta, tremores generalizados, alucinações e síndrome do pânico.





De acordo com o "Relatório mundial sobre álcool e saúde de 2014", 5,9% das mortes no mundo são atribuídas ao álcool. O que é ainda mais assustador é que 7,6% de todas as mortes envolvem homens. Essa é uma quantidade enorme, considerando que essa é uma droga legal e comercializada com muita facilidade.Essa taxa é maior do que as mortes causadas pela AIDS, a tuberculose e a violência combinados.

É preciso mudar esse quadro: como o relatório afirma, o abuso de álcool é uma pandemia global e os governos precisam tomar medidas para proteger seus cidadãos. As melhores soluções pensadas são o aumento dos impostos, aumento da idade legal para beber e melhorar a regulamentação do comércio de bebidas alcoólicas. A OMS também chama a atenção dos governos para realizarem campanhas nacionais de sensibilização e prestação de serviços no tratamento para alcoólatras ou alcolistas.

"Algo a mais precisa ser feito para proteger a população contra as consequências negativas que o álcool tem para a saúde", diz o Dr. Oleg Chestnov, diretor-geral adjunto de doenças não transmissíveis e saúde mental. "O relatório mostra claramente que não há espaço para complacência quando se trata de reduzir o uso nocivo do álcool".

A maioria das mortes por álcool provém de doenças cardiovasculares e diabetes, mas também há a cirrose e a fragilidade do sistema imunológico. A outra porcentagem de 17,1% de todas as mortes relacionadas ao álcool envolvem acidentes de trânsito ou ainda à violência induzida pela bebida.

Regionalmente falando, a OMS aponta que, com o aumento da riqueza global, as nações como Índia e China estão tendo as maiores taxas de consumo de bebida alcóolica, possuindo cada vez mais vítimas dessa droga. Entretanto, a Europa Oriental e a Rússia, batem recordes no exagero. Homens na Rússia chegam a beber em média 32 litros de álcool puro por ano, quase o dobro da média de um consumidor em todo o resto do mundo.

Avaliando esses dados, o preconceito com outras drogas chega a ser antiquado e ínfimo. Incapacidade de reduzir o uso, consequências alarmantes para o indivíduo que consome e para toda uma sociedade são apenas alguns dos argumentos usados para drogas que, em grande parte dos países, são consideradas ilegais.

No entanto, o álcool, mesmo com todos esses índices, é legal, e os governos federais e estaduais dedicam uma atenção exagerada para prevenir as pessoas desse uso de outras drogas. Se os países estão tão empenhados em combater o abuso de substâncias, então o álcool seria um alvo óbvio.

Já houve tentativas, mas não tiveram muito sucesso. É preciso uma campanha com mais ênfase e uma reeducação das pessoas com relação ao consumo de bebidas alcóolicas e colocar um maior controle sobre isso, afinal, elas também são drogas, que mudam a vida de um indivíduo e afeta a vida de toda a sociedade.

O álcool não causa overdose, mas se você é daqueles ou daquelas que costuma entornar todas na balada, fica esperto, fica esperta!
Não é necessário beber muito não: 5 doses para os homens e 4 para as mulheres num período de duas horas, já é o bastante para ser considerado um "uso pesado episódico" ou seja: é apenas um epísódio, uma vez talvez, mas pode causar complicações extremas inclusive intoxicação alcoólica e distúrbios como desidratação, queda de pressão sanguínea e arritmia levando à parada cardíaca.
Segundo o que afirmou à "Revista Super Interessante da Editora Abril, o Dr.Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração de São Paulo, o álcool mata, pois exerce efeito depressivo sobre o sistema nervoso central e "desliga" as áreas cerebrais que controlam a consciencia, a respiração e os batimentos cardíacos, levando ao coma e à morte".
Galera! não quero assustar ninguém, mas existem casos, em que o cidadão bebe tanto (e o organismo dá o alerta! o organismo tenta jogar fora o álcool através do vômito antes que ele caia na corrente sanguínea), mas o cidadão (cidadã) tá tão apagado, que morre afogado no próprio vômito. É trash!.
Em 25/07/2011, soltei uma postagem intitulada "They tried to make go to rehab" que é o título de uma música da Amy Winehouse e cito vários e vários artistas internacionais que morreram por uso excessivo de drogas, de medicamentos e de álcool, inclusive o ex-baterista do Led Zepellin John Bonham que faleceu como eu disse acima: afogado no próprio vômito após ingerir tipo 40 doses de vodka.

VOCÊ SABIA?

Que o álcool é associado à violência doméstica e violência de modo geral, todo mundo sabe, mas faz de conta que não; os índices de abstenção ao trabalho por parte de funcionários que usam/abusam do álcool também é alarmante, sem falar nas trágicas estatísticas de acidentes na cidade e nas estradas por conta de motoristas embriagados ou sob o efeito de substâncias alcoólicas e outras. 

Médicos Especialistas, já apontam para a necessidade de prevernirmos o surgimento de novos alcoolistas, agindo com a conscientização das pessoas que estão atravessando a linha do "beber socialmente" para o alcoolismo.

Descolei uma cartilhinha da época do Presidente Lula emitida pela Secretaria Nacional Antidrogas segundo o que apurei também disponível no www.senad.gov.br, muito bem elaborada, com dados importantíssimos e, com um sub-título que me chamou muito a atenção e porisso transcrevo-o.

POR QUE AS PESSOAS BEBEM?

Há muitos motivos para se beber. É práticamente impossível responder a essa questão (mas abaixo ela é respondida sim, inclusive citando aquilo que vivo bradando aqui no SITE).

Bebe-se para ficar alegre, para esquecer, para comemorar, para matar a sede ou, como dizia um ex-Presidente da República do Brasil quando perguntado sobre o assunto: Presidente? por que o Senhor bebe? e lá vinha a resposta: bebo porque é líquido! se sólido fosse, come-lo-iria.

Olha só! não é o Presidente Lula não tá?

O álcool contido nas bebidas é a droga PSICOATIVA mais consumida no mundo, um produto milenar e tradicional, presente em práticamente todas as sociedades contemporâneas.

Agora vêm a parte interessante em minha opinião: mas a decisão de beber não é só uma escolha individual. Por trás da nossa vontade de matar a sede com uma cervejinha, comemorar a vitória do nosso time com chopp, oferecer vinho ou aperitivo à namorada, estamos consciente ou inconscientemente, fazendo o que a "PROPAGANDA" sugere.

E continua: todos os anos, somos inundados por propagandas diretas ou indiretas (cenas de novelas, filmes, marcas usadas por esportistas) para que o nosso gesto de abrir uma latinha de cerveja seja repetido o mais frequentemente possível.

E finaliza: a influência do marketing tem sido fundamental para o aumento da ingestão de bebidas em nosso País. O consumo per capta (por cabeça-por pessoa) de álcool, cresceu 154,8%, entre 1961 e 2000, situando o Brasil entre os 25 países do mundo que mais aumentaram o consumo de bebidas nesse período (dados da OMS, 2000)

E olha lá.......... isso foi lá em 2.000! imagine hoje.

Temos então, duas situações. A primeira situação é a dependência do álcool, considerada pelas tendências atuais como uma condição que requer um tratamento crônico, a semelhança de tantas outras doenças em medicina como a hipertensão arterial, diabetes e asma. O álcool produz mudanças cerebrais, psicológicas e sociais que não desaparecem após a desintoxicação, daí a importância do tratamento visando também estas alterações. A segunda situação enfoca os problemas que decorrem do uso abusivo da bebida, e que justificam tratamento, para que o indivíduo não progrida para a dependência.

Nos diversos grupos de apoio aos Alcoolistas e familiares, compartilha-se bons momentos com os indivíduos e familiares que tiveram a coragem de buscar ajuda para redecidir viver com qualidade, estruturando o tempo, o lazer, buscando alegria saudável, sabendo lidar com a tristeza adequadamente, procurando amigos de "colo" e não de "copo", resgatando a auto-estima e as relações interpessoais enriquecedoras.

Tais indivíduos se permitiram reaprender sentir e expressar as emoções autênticas e a elaborar o pensamento partindo para a ação na busca saudável da solução de seus problemas.

Se não o indivíduo, se não a família, há ainda a esperança de que a empresa, que possui no seu setor de recursos humanos profissionais capacitados para diagnosticar funcionários que necessitam de tratamento (mesmo que ainda não apresentem sintomas que caracterizam dependência, mas que mostram sinais de uso inadequado do álcool), façam o encaminhamento para os recursos existentes na comunidade.

Estamos chegando a passos largos novamente, a uma época de festas e comemorações: Natal e Reveillon; período do ano favorável ao consumo excessivo de coquetéis e drinks alcoólicos, que podem trazer tanto prejuízos a curto e longo prazo quanto por em risco a sua dieta e, logo seguidinho, daí dois meses aproximadamente, o carnaval.

O consumo do álcool causa, em um primeiro momento, euforia, desinibição e sociabilidade, no entanto, como o álcool é uma substância com ação muito variada, conforme seu consumo aumenta, pode proporcionar efeitos mais depressivos, de descontrole, causando falta de coordenação motora, diminuição sensitiva, sono e até agressividade.

Assim que o álcool entra no organismo, cerca de 15 a 20% é imediatamente absorvido no estômago e o restante na parte alta do intestino delgado. Após absorvido, passa várias vezes pelo fígado que vai tentar eliminar essa substância, alterando sua estrutura química. Depois de passar por dois processos de metabolização no fígado 95% do álcool ingerido será decomposto em ácido acético que, finalmente, irá se transformar em água e gás carbônico, os quais serão eliminados pela urina (água) e pela respiração (gás carbônico).

No entanto,  enquanto o processo completo de metabolização não ocorre, o álcool vai percorrendo todo o organismo, penetrando principalmente no sistema nervoso central e por todo o organismo, provocando alguns efeitos indesejáveis como: vasodilatação cutânea, responsável pelo rubor da face, dor de cabeça e mal-estar, podendo ou não ser seguido de vômito.

Além de sobrecarregar o fígado, o álcool traz conseqüências também para o aparelho digestivo, irritando a parede do estômago e dos intestinos, principalmente se o estômago estiver vazio. O excesso de álcool afeta igualmente o pâncreas, podendo levar a uma pancreatite aguda, e interfere no funcionamento da vesícula biliar. 

E olha só, você que não tem problemas com álcool, que trabalha semana inteira e nos finais de semana vai beber:

Consumir bebida alcoólica no fim de semana, após passar a semana tendo hábitos saudáveis, com alimentação balanceada e exercícios físicos, é jogar um balde de água fria em todo seu esforço. A bebida tem muitas calorias.

Resumindo: de todas as maneiras você sai no prejú!

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Se você tem problemas por uso/abuso do álcool, bebe não! seu fígado, seus filhos, sua família, seu emprego, a sociedade, todos agradecem ok?

 

 

 

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