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CRACK? TÔ FORA!

CRACK? TÔ FORA!

BOA NOITE GALERINHA DO BEM! 18 DE DEZEMBRO DE 2.018!

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O poeta é a pimenta do planeta, malagueta! Lulu.

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Nunca é demais falar, abordar, explicar sobre drogas, mórmente sobre o crack! penso que quanto mais falarmos, quanto mais "abrirmos o leque", quanto mais tentarmos conscientizar as gerações que estão chegando, menos possibilidades teremos de ver a continuidade dessa via crucis dos dependentes dessa droga.

O crack para quem não sabe, é uma droga composta pela pasta básica da cocaína, misturada com bicarbonato de sódio... e outras porcarias mais. A droga assume a forma cristalizada e é fumada.

O crack chega ao sistema nervoso central em aproximadamente dez segundos, devido a área de absorção pulmonar ser muito grande.

O uso da cocaína injetável, práticamente se extinguiu, sendo substituída pelo crack que causa efeito tão ou mais alucinante que a coca injetada. Também a forma do crack, favoreceu a disseminação, já que não necessita de seringas, bastando apenas um cachimbo, na maioria das vezes improvisado, tipo uma lata de alumínio furada.

O crack eleva a temperatura corporal, podendo levar o usuário a um acidente vascular-cerebral. A droga também causa a destruição de neurônios e, provoca no dependente a degeneração dos músculos do corpo (rabdomiólise), o que ocasiona aquela aparência característica (esquelética) no usuário. Ossos da face salientes, braços e pernas ficam finos e costelas aparentes.

O crack inibe a fome, de maneira que os usuários sómente se alimentam quando não estão sob os efeitos narcóticos da substância. Outro efeito da droga, é o excesso de horas sem dormir e, tudo isso acarreta outras doenças ao dependente como ficar "virado até a exaustão".

O usuário de crack, torna-se dependente em pouquíssimo tempo; duas, treis vezes em que fez uso.... algumas literaturas, afirmam que pode ocorrer a dependência até mesmo na primeira "pipada".

Normalmente, o dependente continua a consumir a substância, para fugir ao desconforto extremo que afirmam ser a ausência da droga, ou seja: os usuários afirmam que ao término do efeito (prazer), o DES-prazer é tão avassalador, que é necessário usá-la seguidamente, nem tanto para sentir novamente o prazer, mas para parar com aquele louco desprazer. Ao retirar-se a substância do dependente, advém a síndrome de abstinencia que é poderosíssima, seguida de depressão, ansiedade, agressividade tão comuns às outras drogas estimulantes.

Após o uso, a pessoa torna-se extremamente violenta, agressividade esta, que se manifesta inicialmente no âmbito familiar, desestruturando a família em todos os aspectos, voltando-se posteriormente contra a sociedade como um todo.

Não existe cura como todos sabem para a dependência química, mas se houver uma submissão/adesão voluntária por parte do usuário ao tratamento, as chances de deixar de fazer uso, são bastante auspiciosas.

Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) sobre a causa de morte de quem consome a droga — a única feita até hoje no país sobre o tema — revela que 56,5% dos dependentes são assassinados. A Aids, responsável por 26% dessas mortes, vem em segundo lugar. A overdose da chamada “droga da morte” mata menos de 9% dos usuários, de acordo com o levantamento.

Já afirmei aqui no site inúmeras vezes que: o crack e o álcool (sim, o álcool mesmo) são as drogas da violência e da promiscuidade.

Tem um vídeo preventivo muito legal sobre o crack, créditos ao final do vídeo.

Não esqueçam de pausar a rádio ao final da página, no lado direto, prá vocês poderem assistir e refletir sobre.

"No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho" Carlos Drummond de Andrade