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DROGAS! O QUE FAZER? COMO IDENTIFICAR? COMO AGIR?

DROGAS! O QUE FAZER? COMO IDENTIFICAR? COMO AGIR?

 

BOA NOITE GALERINHA DO BEM! 30 DE SETEMBRO DE 2.018!

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A "Doença da Adicção" é uma doença reconhecida pela organização Mundial de Saúde-OMS e caracteriza-se por ser PROGRESSIVA, INCURÁVEL E FATAL.

Nós adictos (EU), temos de nos abster de quaisquer tipos de substâncias, UM DIA DE CADA VEZ, para que possamos mantê-la (A DOENÇA) estacionada e, praticar a Programação de Recuperação, e Praticar os EVITES, e buscarmos ser pessoas melhoradas, e frequentar os diversos Grupos de Apoio, e buscar nossa Espiritualidade cada vez mais através de uma Religiosidade talvez, e............................ UFA É TRAMPO HEIN? mas vale a pena! VALE MUITO A PENA.

 

Soltei este post (a bem da verdade ele não estava preso não), no ..........DIA NACIONAL DE COMBATE ÀS DROGAS; penso ser o mesmo, muito informativo e elucidativo e, aqui no site, todo dia é dia de combater as drogas, de combater o bom combate, pois o mau combate, eu combati por muitos anos em minha vida.

EITA LELE! QUANTO TEMPO PERDIDO!........

Mas, tem sempre um mas não é mesmo? GLÓRIA A DEUS QUE ME RESGATOU E QUE ME SEGURA MESMO, LITERALMENTE QUANDO ESTOU FRAQUEJANDO E, ME PROPORCIONA A OPORTUNIDADE DE CONTINUAR................. SEMPRE CONTINUAR.

OLHA AÍ! NÃO ME CANSO DE BRADAR, GRITAR, BERRAR.................................

ÁLCOOL É DROGA!

                   MACONHA É DROGA!

Proponho então, 1 minutinho de silencio e reflexão por aqueles e aquelas que ainda "penam" no mundo do álcool e outras drogas no Brasil e no mundo.

A propósito da data então, explico um pouco da programação das 24 horas, como identificar os padrões comportamentais e, sugestões sobre "o que fazer e como fazer".

Já há algum tempo atrás, falando pela rádio Norte/Sul aqui em Jacarezinho, me perguntaram o que seria o programa das 24 horas, o SÓ POR HOJE.

As perguntas continuavam a respeito das substâncias, o que é isso, o que é aquilo, e vou tentar aglutinar as informações começando pela programação das 24 horas.

Bom! quantas vezes eu, e uma gama interminável de dependentes jurou de pés juntos, jurou a Deus, prometeu ao pai, à mãe, à esposa, aos filhos que "NUNCA MAIS" iria fazer uso de determinada substância?

No meu caso, as promessas quebradas, as juras intermináveis foram práticamente de se perder a conta.

Como é que um cidadão que não consegue ficar duas horas sem fazer uso de algum tipo de substância, pode garantir que nunca mais irá se privar da mesma? Complicado não é?

E outra coisa: NUNCA MAIS É MUITO LONGE! O que fazer então? O PRIMEIRO PASSO para a recuperação é o desejo por parte do/da dependente, de parar de usar e, para isso é fundamental o apoio dos familiares, amigos, companheiros de trabalho enfim, toda ajuda disponível.

 

Primeiramente, é preciso identificar em que estágio se encontra a pessoa que irá iniciar um processo de recuperação, e para isso é necessário o "Querer", a concordância, mas os familiares e amigos podem observar o seguinte: vamos chamar o cidadão/cidadã de sujeito!

Sujeito experimentou a substância em uma determinada ocasião especial, em determinada circunstância e não gostou, passou mal, têm muito medo, e consome a substância muito esporádicamente; é um usuário eventual então. 

Muitos jovens movidos pela curiosidade, experimentam, usam mesmo por algumas vezes, mas não se "encantam" e páram ou usam como já citado acima eventualmente.

Sujeito então, passa a consumir a substância (qualquer substância) em ocasiões sociais ou profissionais de uma forma regular, pelo menos 3 vezes por semana, mas tendendo ao uso quase diário ou até mesmo diário...., padrão que já preocupa; a pessoa desenvolve uma rotina envolvendo as drogas que são agregadas ao dia a dia do sujeito ou do grupo ao qual ele/ela pertencem e, quando falta, provoca no mesmo a necessidade de obter e procurar a substância.

Esse padrão já está bem próximo, mas ainda não é o da dependência. 

Existe um padrão de dependência, quando sujeito passa a "gastar" seu tempo quase todo com o consumo e obtenção de substâncias.

O cidadão/cidadã, costuma afirmar nessa fase, aos familiares, amigos, que pára quando quiser; não é verdade, mesmo que queira, não consegue parar.

Começa a adotar um comportamento compulsivo, ou seja, está cada vez mais obcecado pelo uso das substâncias.

Não descansa enquanto não está de posse das mesmas, e, tende cada vez mais a fazer "baladas" onde usa grande quantidade de substâncias em curto espaço de tempo; isso o leva a problemas físicos e complicações clínicas.

Identificado o problema, deve-se tentar fazer com que o mesmo enxergue tudo o que está acontecendo a sua volta; é fundamental buscar ajuda, e a família vai desempenhar papel vital nesse processo.

Ao invés do desespero, criar oportunidades para que o mesmo volte a encontrar razões positivas para viver. O amor, é de vital importância no processo, mas lembrem-se que amar é estabelecer

limites.  

Quem não se respeita, não consegue ser respeitado.

A partir do momento em que "sujeito/a" consegue enxergar e pedir ajuda, deve-se então buscar a ajuda apropriada.

Um médico por exemplo, poderá auxiliá-lo/a durante o processo de desintoxicação; as primeiras 24, 48, 72 horas, talvez com algum tipo de medicação que o/a ajude a superar a angústia, a ansiedade, a irritabilidade, insônia, tremores, etc..

É fundamental o acompanhamento constante por parte dos familiares, amigos nessa fase do processo, para que o mesmo "não fuja" e volte a usar.

Passado o período crítico, buscar grupos de Auto-ajuda, onde o "sujeito", irá entrar em contato com a Programação das 24 horas.

Um dia de cada vez, evitar-se hábitos, lugares, pessoas, entrar em contato com pessoas iguais e que estão superando o problema dia após dia, também o/a ajudará nessa fase inicial e crucial do processo.

A drogadição é uma doença definida como progressiva, incurável e fatal, mas como qualquer doença incurável pode ser detida. 

Se "sujeito" começa a agir positivamente, se encara o problema de frente, se admite que tem um problema, então está dado o primeiro passo para a detenção dessa doença.

Daí em diante, sua Recuperação dar-se-á dia após dia: SÓ POR HOJE, não faço uso de substâncias que tenham a capacidade de alterar meu humor, turvar meu raciocínio, anestesiar meu emocional e, assim, de 24 em 24 horas, vamos construir o alicerce de uma nova vida, uma vida em recuperação, uma vida em sobriedade. 

Fundamental o apoio, o incentivo por parte dos amigos, familiares com palavras de positividade e fé: você consegue! nós acreditamos em você! assim como é importante também (se possível) no período inicial ao menos, alguém acompanhá-lo para que "não haja desvios de rota".

Outro aspecto fundamental é a busca da espiritualidade perdida. Algum lugar onde o mesmo/a mesma se sintam bem, se sintam a vontade e, com isso reforcem a busca/ou rebusca ao Poder Superior (Deus) que vai devolvê-los à sanidade, desde que mesmo/a façam sua parte óbviamente. (buscar)

Toda essa retórica funciona, dependendo do estágio em que "sujeito" se encontra.

Em alguns casos, talvez seja necessário intervenções médicas, psiquiátricas, psicológicas, internações enfim....... vai depender do estágio em que a doença se encontra.

Algumas pessoas conseguem ficar limpas por alguns dias e, vão caminhando; começam a frequentar efetivamente os diversos grupos de apoio, vão para as igrejas e podem efetivamente levar adiante o programa de Recuperação e a busca da Sobriedade.

Algumas só conseguirão mediante internação e posterior continuidade do processo de Recuperação nos diversos grupos existentes praticantes da Programação de Recuperação (passos, reuniões). Não existe regra absoluta!

As coisas funcionam ou não, dependendo de cada indivíduo (somos seres individuais), como já dito também, do estágio em que se encontra a doença e, principalmente a forma como todo esse processo for conduzido.

Por isso é tão necessário buscar-se ajuda especializada.

 

E olha só Galerinha!

É necessário fazer-se algo pelas gerações que hão de vir e também para as que já estão por aqui, com respeito às drogas, pois é cada vez mais cedo que nossos jovens e crianças estão entrando nesse mundo pavoroso e cruel.

Crianças, com 12, 13 anos de idade, pré-adolescentes, já com histórico de uso/abuso de substâncias de 3, 4, 5, 6 anos ou seja: começando a usar cada vez mais cedo.

O que fazer? É preciso falar, é preciso dar o berro, é preciso conscientizar.

As pessoas no afã do dia a dia, na ânsia de ganhar dinheiro, de buscar o sustento, de escalar socialmente, estão esquecendo de seus entes queridos, de seus filhos, não tem tempo para ouvir, não tem tempo para dialogar, não estão dispostas a dizer "essa coisa tão careta" que é vêm cá, senta aqui, vamos conversar, o que é que está acontecendo?

Mas o traficante está disposto a dizer o que for preciso a seu filho, que o ama, que se importa, inclusive disposto a dizer a você: pode deixar que eu tomo conta dele/dela direitinho!

Precisamos começar um amplo diálogo, mas esse amplo diálogo há de começar em nossos lares! Já salientei aqui mesmo no site, que pais/mães estão conversando práticamente sobre tudo com os filhos e filhas, menos sobre drogas. TABÚ OU DESINFORMAÇÃO? acredito que desinformação.

Que jeito começar o amplo diálogo? fazendo nossa parte, falando, mostrando, conscientizando e óbvio vivenciando uma vida digna (e vida digna não significa uma vida fácil, com muita grana etc - aliás é preciso mostrar às crianças e adolescentes, que nada cai do céu, que as coisas demoram a acontecer e, requerem sacrifícios muitas vezes até que sejam conquistadas! Tem até uma campanha rolando no facebook já há algum tempo, que diz assim: POR FAVOR, DIGA NÃO A SEUS FILHOS! porque estamos vivenciando o tudo é permitido, nada é proibído e...............) DÁ NO QUE DÁ!

Oportunamente, voltarei a falar do assunto que é extremamente extenso e complexo. Penso que, para quem não conhece, ou está enfrentando algum tipo de problema relacionado ao assunto, está dado um início de esclarecimento, e esse é o meu, o nosso objetivo.

SÓ POR HOJE, FUNCIONA DE VERDADE!  

GALERINHA! CUIDADO! O cidadão/cidadã (chamamos aqui de sujeito né?), passa de esporádico, eventual ao padrão de dependente num piscar de olhos.

OLHO VIVO QUE CAVALO NÃO DESCE ESCADAS!

 

 

 

 

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