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ÔÔÔ PSIT ? PRESTA ATENÇÃO ! ÁLCOOL É DROGA!

ÔÔÔ PSIT ? PRESTA ATENÇÃO ! ÁLCOOL É DROGA!

BOA NOITE GALERINHA DO BEM! 11 DE JANEIRO DE 2.018!

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Obrigado então a todos os leitores/as, amigas/os, seguidores/as, colaboradoras/es. GRATIDÃO GERAL.

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VOCÊ SABIA QUE.............................................................................

O Brasil é o quinto país no mundo em mortes por acidentes no trânsito ?

A cada ano, cerca de 45 mil pessoas perdem suas vidas em acidentes de trânsito no Brasil. A violência envolvendo particularmente motociclistas está se tornando uma epidemia no país. 

A  Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) mostra que aproximadamente um quarto dos brasileiros que dirige insiste em desobedecer à lei e colocar a vida em risco (a sua, mas principalmente a de outrens).

Segundo o levantamento, 24,3% dos motoristas afirmam que assumem a direção do veículo após ter consumido bebida alcoólica. No Brasil, a violência no trânsito é uma das principais causas de mortes. Em 2014, foram registradas 172.780 mil internações relacionadas a acidentes de trânsito.

Aliás, dia desses mesmo, assistindo ao Jornal do meio dia não recordo se foi na Globo Paraná ou São Paulo, notícias davam conta de pessoas reincidentes em atropelar sobre efeito de álcool, matar 2 ou 3 não me recordo, preso novamente por ocasionar acidente com vítima, novamente detido e novamente alcoolizado.

Renato Russo? help me: QUE PAÍS É ESSE? 

O comerciante Francisco de Assis Pinheiro, 38 anos, natural do Rio de Janeiro, faz parte dessa estatística. Ele sofreu um grave acidente quando voltava de uma festa após ter bebido álcool. “Não andei nem 300 metros e em uma curva bati em outro carro. Eu estava sem cinto, fraturei o osso da região da bacia e estou sem andar. Aprendi a lição. Não se deve beber e dirigir”, lembra o comerciante.

Ainda sobre pesquisas no período de carnaval, elas constatam que os acidentes de trânsito diminuíram no período de carnaval, com relação ao ano de 2.016; em compensação, o número de mortos segundo a PRF, aumentou.

E quanto maior o consumo, maior os riscos. O brasileiro, segundo a pesquisa, costuma exagerar. Do total de entrevistados, 13,7% bebeu álcool de forma abusiva nos últimos 30 dias, o que representa a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres ou cinco ou mais doses para homens em uma única ocasião.

Entre os homens o índice chega a 21,6%, enquanto essa proporção no público feminino foi de 6,6%. A PNS foi realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), no período de julho de 2013 a fevereiro de 2014.

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Entre 2010 e 2013, ocorreram mais de 313 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) decorrentes do alcoolismo. São gastos, em média, cerca de R$ 60 milhões por ano com pessoas dependentes do álcool.

Especialistas britânicos avaliaram substâncias, incluindo o álcool, cocaína, heroína, ecstasy e maconha, classificando-as com base em como elas são destrutivas para o indivíduo que a utiliza e para a sociedade como um todo. 

Adolescentes conseguem comprar álcool

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A incidência de consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens é outra preocupação do Ministério da Saúde. No período do Carnaval, os jovens em busca de diversão, ignoram os malefícios do álcool e bebem intensivamente durante os dias de folia (na real, os jovens estão bebendo todos os dias).

A partir da iniciação, o adolescente se torna mais vulnerável à repetição deste hábito.“Crianças e adolescentes não devem em hipótese alguma fazer o uso de álcool. O consumo afeta a maturidade cerebral, o aprendizado, a memória e pode prejudicar seriamente o desenvolvimento dos jovens”, ressalta Deborah Malta.

Os dados alertam para a forma como esses jovens têm acesso ao uso das bebidas. Apesar da venda proibida em todo o país para quem tem menos de 18 anos, a pesquisa mostra que um em cada cinco (21,9%) adolescentes consegue comprar álcool por conta própria.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a prática é crime e o comerciante que for pego vendendo a bebida pode ser punido. No entanto, o estudo revela que parte dos adolescentes (10 a 12%) consegue a bebida no ambiente doméstico e na companhia de parentes.

Pesquisadores analisaram como a droga é viciante (ÁLCOOL) e, como ela prejudica o corpo humano, além de outros critérios como os danos ambientais que ela causa, o seu papel na quebra de famílias e seus custos econômicos, tais como cuidados de saúde, serviços sociais e de prisão. 

A heroína, crack e metanfetamina ou cristal, foram os mais prejudiciais para os indivíduos. Ao considerar os efeitos nocivos mais amplos, como os sociais, o álcool, a heroína e o crack foram os piores. 

No geral, o álcool ultrapassou todas as outras substâncias, seguido pela heroína e o crack. A maconha, o ecstasy e o LSD alcançaram marcas bem mais inferiores. 

O estudo foi publicado segunda-feira na revista médica Lancet. 

Especialistas dizem que o álcool atingiu marcas tão altas porque é mais amplamente utilizado e tem consequências devastadoras não apenas para os bebedores, mas para aqueles ao seu redor. 

"Basta pensar sobre o que acontece [com álcool] em cada jogo de futebol", disse Wim van den Brink, um professor de psiquiatria e dependência na Universidade de Amsterdã. Ele não estava ligado ao estudo e co-escreveu um comentário na Lancet.

Quando bebido em excesso, o álcool causa danos em quase todos os órgãos. Ele também está ligado a maiores taxas de mortalidade e está envolvido em uma maior percentagem de crimes que a maioria das outras drogas, incluindo a heroína. 

Especialistas, no entanto, disseram que seria impraticável e incorreto proibir álcool. 

Resultado de imagem para NÃO AO ÁLCOOL PARA ADOLESCENTES

Bebedores problemáticos 

"Nós não podemos voltar aos dias de proibição", disse Leslie King, conselheiro do Observatório Europeu da Droga e um dos autores do estudo. "O álcool está muito enraizado em nossa cultura e não vai embora." 

King disse que os países devem visar os ´´bebedores problema´´ e não a grande maioria das pessoas que bebem só de vez em quando. Ele disse que os governos deveriam considerar mais os programas de educação e elevar o preço do álcool, por ser mais viável. 

Especialistas disseram que o estudo deve levar os países a reconsiderar a maneira como classificam as drogas. Por exemplo, no ano passado na Grã-Bretanha, o governo aumentou as penas por posse de maconha. Um de seus principais assessores, David Nutt - o principal autor do estudo da Lancet - foi demitido depois de ter criticado a decisão britânica. 

"O que os governos decidem o que é ilegal nem sempre é baseado na ciência", disse van den Brink. Ele citou considerações sobre receitas e impostos, como os que recebem das indústrias do tabaco e álcool, podem influenciar as decisões sobre quais substâncias são permitas ou não. 

"As drogas lícitas causam tantos danos para a saúde e para a sociedade, se não mais, quanto as drogas que são ilícitas", disse. 

O estudo foi pago pelo Centro da Grã-Bretanha para o Crime e Estudos de Justiça. Fonte: www.cbc.ca

Ninguém fala que por exemplo que a maioria das pessoas internadas em Clínicas Psiquiátricas, não são portadores de distúrbios mentais não........... são alcoolistas, homens e mulheres.
Ahhhhh mas prá que falar disto não é mesmo? que assunto mais desagradável.
O alcoólatra ou alcoolista, é considerado aquele em que se identifica prejuízo social e pessoal em consequencia do abuso da bebida, além de sinais de abstinência e dependência do álcool. No entanto, já há algum tempo, as forças estão voltadas a tratar daqueles que possuem características de risco, ou seja, as pessoas que têm tendências a se tornarem dependentes.
Especialistas já apontam para a necessidade de coibir o surgimento de novos alcoólatras, agindo com a conscientização de indivíduos que estão numa linha bem tênue entre o alcoolismo e o “beber socialmente”, termo bastante usado por bebedores em potencial.

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OLHA SÓ O CUSTO DE TUDO ISSO:

De gole em gole, o Brasil se embriaga e se afunda em uma ressaca que tem durado mais do que a manhã de segunda-feira. Por ano, com base em estatísticas oficiais e pesquisas científicas, estima-se que o país perca 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em decorrência de problemas relacionados ao álcool. Considerando o PIB de R$ 5,1 trilhões, o custo do uso abusivo de bebida alcoólica atingiu, em 2014, algo como R$ 372 bilhões.

Os prejuízos para a economia são gritantes. Começam por acidentes de trânsito provocados por motoristas bêbados, que tiram a vida de milhares de brasileiros em plena idade produtiva, e passam por tratamentos caríssimos bancados com recursos públicos do Sistema Único de Saúde (SUS). Incluem ainda gastos estratosféricos com convênios médicos privados, despesas inesperadas que destroem o orçamento de famílias, desemprego, afastamento do trabalho custeado pela Previdência Social, baixa eficiência das empresas e tantos outros silenciosos sintomas.

 

 

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