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CUIDADO EXTREMO SENHORES PAIS E RESPONSÁVEIS!

CUIDADO EXTREMO SENHORES PAIS E RESPONSÁVEIS!

  

BOA NOITE GALERINHA DO BEM! 21 DE JULHO DE 2.017!

 

DIA DO COSPLAY! DIA DO DANÇARINO!

Cosplay (コスプレ, Kosupure?) é a abreviação de costume play ou ainda de costume que pode traduzir-se por "representação de personagem a caráter", "disfarce" ou "fantasia" e tem sido utilizado no original, como empréstimo linguístico, não convalidado no léxico português, embora já conste doutras bases. O termo refere-se à atividade lúdica, praticada principalmente (porém não exclusivamente) por jovens, a qual consiste em disfarçar-se ou fantasiar-se de personagem real (artista) ou ficcional (personagem de animesmangáscomics ou videojogos), procurando interpretá-lo na medida do possível.

FONTE pt.wikipedia.org

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É em todas as diferenças que somos iguais.

 

ÁLCOOL É DROGA! ALCOOLISMO MATA!

RAPAZES E GAROTAS COM IDADE CADA VEZ MENOR 12, 13, 14 ANOS, QUIÇÁ ATÉ MENOS, INGRESSANDO EM GRUPOS DE APOIO A ALCOOLISTAS!

A PROPÓSITO DO BANNER ACIMA, O ESCOLHER ENTRE O BEM E O MAL, ENTRE A VONTADE E A NECESSIDADE, ESTÃO CADA VEZ MAIS LONGES PARA OS/AS ADOLESCENTES POIS......................... O ENDEUSAMENTO DO ÁLCOOL ATRAVÉS DA MÍDIA E A NÃO CONTRA-PARTIDA POR PARTE DAS AUTORIDADES E ORGANIZAÇÕES AFINS DEMONSTRANDO OS MALEFÍCIOS DO ÁLCOOL, FAZEM QUE CADA VEZ MAIS E COM CADA VEZ MENOR IDADE, ADOLESCENTES E PRÉ-ADOLESCENTES (CRIANÇAS MESMO) INICIEM A FASE DE EXPERIMENTAÇÃO DO ÁLCOOL.

Cerveja, vodca, vinho e uísque. Proibidas para menores de 18 anos, as bebidas alcoólicas estão cada vez mais presentes na rotina dos adolescentes. Sem limites e sem conhecimento dos pais, jovens em idade escolar têm acesso livre aos drinques carregados de álcool em festas de formatura, baladas ou bares. “Os jovens não enxergam a bebida como algo ruim por causa da legalidade da bebida e do fácil acesso. O que eles não sabem é que o álcool pode causar vários danos à saúde e também é uma porta de entrada para outras drogas”, explica Ilana Pinsky, vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead).

 
O uso de bebidas alcoólicas por menores de idade está relacionado ao maior número de óbitos de jovens do que todas as drogas ilegais somadas. Alguns dos principais aspectos desse problema encontram-se dispostos abaixo.

Beber e Dirigir

Acidentes de trânsito são a maior causa de morte entre jovens de 15 a 20 anos. Os adolescentes já correm risco maior desse tipo de problema devido à falta de experiência na condução de um automóvel, sendo que os motoristas menores de 21 anos também são mais susceptíveis do que os motoristas mais velhos a sofrer prejuízos na habilidade de condução de um carro.

As taxas de acidentes automobilísticos envolvendo jovens de 16 a 20 anos que fizeram uso de bebidas alcoólicas é mais de duas vezes superior às taxas de acidentes de carro envolvendo motoristas de 21 anos ou mais que fizeram uso dessa substância. 

Suicídio
 
As bebidas alcoólicas interagem com condições tais como depressão e estresse, podendo contribuir para o suicídio, a terceira causa mais frequente de morte entre jovens de 14 a 25 anos.

Violência Sexual

A violência sexual ocorre mais comumente entre mulheres no fim da adolescência e início da fase adulta, geralmente dentro do contexto de um encontro com interesses afetivos. Os estudos sugerem que o uso de bebidas alcoólicas por parte do agressor, da vítima ou de ambos aumenta a chance de violência sexual por parte de um conhecido do sexo masculino.
 
Prática de Sexo Inseguro

Os estudos têm associado o uso de álcool por adolescentes com a prática de sexo inseguro, com a presença de parceiros múltiplos e sem o uso de camisinhas. As consequências dessa prática podem ser gravidez indesejada e contração de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo AIDS.

Galera! olha o que Natalia Cuminale dizia em reportagem para a revista VEJA em 2 jul 2010, 20h05 - Atualizado em 24 maio 2016, 16h38

FONTE veja.abril.com.br

A reportagem é totalmente atual desde lá o 2.010, até os dias de hoje.

"Júlio deu o primeiro gole em uma bebida alcoólica aos 12 anos". O pai deixou que ele experimentasse um pouco do vinho durante um jantar. Aos 14, ele já conhecia os efeitos de um porre. E, aos 16, o estudante acumulava histórias e vexames por conta do excesso de bebida. Desde uma briga com a namorada – ele foi colocado para fora da festa por um segurança – até um striptease no balcão de um bar. Mas, para os pais, o garoto é um santo. “Na frente deles, em festas de família, eu só bebo moderadamente. Na vida real, para ser descolado, todo mundo tem que beber”, diz.

Me recordo de beber "sem moderação" logo após ter iniciado a fase de experimentação. Me recordo também que, ao comemorar meu aniversário de 18 anos, fiquei muito mal, fui ao banheiro para vomitar e me apoiei na pia do banheiro fazendo com que ela caísse, fosse ao chão, causando maior prejuízo.

Me recordo dos amigos bebendo, e parando à medida que começavam a sentir algum desconforto com relação à bebida, mas eu............ bem! eu não parava não, ao contrário bebia cada vez mais, até que desmaiasse ou entrasse em coma alcoólico. Foram vários em minha adolescência.

Meu avô havia sido alcolista, era algo que eu trazia nos genes, mas por desconhecimento de causa, apenas os familiares pensavam ser alguma fase não muito positiva, mas que passaria com o passar do tempo e, com a chegada da maturidade, o que não aconteceu óbviamente pois, eu era um feliz possuidor de uma doença que é progressiva, incurável e fatal.................... mas que pode e deve ser detida.

Já citei aqui mesmo no site que, pesquisadores internacionais salientam fenômeno ocorrendo em vários países do mundo: a juvenilização e a senilização das drogas, mórmente do álcool.

As pessoas estão bebendo cada vez mais cedo e.......... pasmem! adultos com mais de 50, 60 anos que não possuíam histórico de alcoolismo durante a vida, começam a beber e são internados inclusive em função desse mesmo alcoolismo.

Ainda sobre a matéria da Revista Veja: 

Beber demais não é uma característica apenas do jovem brasileiro. Nos Estados Unidos, uma pesquisa feita com adolescentes com idades entre 14 e 17 anos revelou que 39% declararam ter consumido álcool no mês que antecedeu o estudo – número 11% maior do que encontrado no levantamento anterior, realizado em 2008. Outro levantamento realizado no Reino Unido mostrou que 29% dos jovens com 16 e 17 anos afirmaram ter bebido alguma vez na vida porque estavam entediados.

Companhia paterna – Quase metade dos adolescentes experimentou álcool pela primeira vez porque os pais ofereceram. “Promover festas de 15 anos com álcool é algo extremamente equivocado. Jovens menores de 18 anos não devem – e não podem tomar. Ao fazer isso, você dá uma noção de que beber com essa idade é normal e aceitável”, diz Pinsky. “Quanto mais precoce o uso do álcool, maior o risco de dependência. O consumo de qualquer droga altera funcionamento cerebral. Essa alteração predispõe a outros distúrbios comportamentais”, explica a psiquiatra Analice Gigliotti, chefe do setor de dependência química da Santa Casa do Rio de Janeiro.

Sabemos que 18 em cada 100 brasileiros são dependentes de bebida alcoólica. Pesquisas recentes mostram que o hábito de beber entre crianças e adolescentes não pára de crescer.

O uso precoce do álcool, como vem ocorrendo entre adolescentes (média de 13 anos de idade), antecipa os riscos graves à saúde: hepatite alcoólica, gastrite, síndrome de má absorção, hipertensão arterial, acidentes vasculares, cardiopatias (aumento do ventrículo esquerdo com cardiomiopatias), diferentes tipos de câncer (esôfago, boca, garganta, cordas vocais, de mama nas mulheres e o risco de câncer no intestino), pancreatite e polineurite alcoólica (dor, formigamento e cãibras nos membros inferiores). É importante destacar que no caso das mulheres essas manifestações são mais precoces.

Estudos divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) demonstram que mais da metade (50,3%) desses jovens já tomou ao menos uma dose de bebida alcoólica – o que corresponde a uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de cachaça ou uísque.

A Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2012 entrevistou 109.104 estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental (antiga 8ª série), de um universo de 3.153.314, grupo no qual 86% dos integrantes têm entre 13 e 15 anos.

As meninas são maioria na hora de experimentar: 51,7%, ante 48,7% entre os meninos. Os pesquisadores perguntaram, apenas aos entrevistados com 15 anos, quando havia sido a primeira experiência com bebida, e 31,7% deles responderam que a primeira dose veio antes dos 13 anos.

OLHA AÍ GALERA PRIMEIRA DOSE ANTES DOS 13 ANOS!

Membros dos diversos grupos de apoio contra as drogas, mórmente e especialmente contra o álcool, dão conta de que o ingresso dos jovens nas reuniões, se declarando alcoolistas, têm aumentando assustadoramente.

Jovens começando a beber cada vez mais jovens, se tornando alcoolistas cada vez mais cedo, alguns buscando ajuda e isso é muito bom, mas acredito eu que a imensa maioria desses jovens, vai percorrer uma enorme via crucis, sofrer, fazer muuuuita gente sofrer, antes de pedir socorro e ser encaminhados/as para os diversos grupos de apoio existentes no Brasil e no Mundo, mais específicamente repito, no Brasil por aqui morarmos.

O álcool mata cerca de 3,3 milhões de pessoas no mundo a cada ano, ou cerca de uma pessoa a cada 10 segundos, de acordo com um comunicado da OMS.
Essa taxa é maior do que as mortes causadas pela AIDS, a tuberculose e a violência combinados.
De acordo com o "Relatório mundial sobre álcool e saúde de 2014", 5,9% das mortes no mundo são atribuídas ao álcool. O que é ainda mais assustador é que 7,6% de todas as mortes envolvem homens. Essa é uma quantidade enorme, considerando que essa é uma droga legal e comercializada com muita facilidade.
É preciso mudar esse quadro: como o relatório afirma, o abuso de álcool é uma pandemia global e os governos precisam tomar medidas para proteger seus cidadãos. 

Pois bem! Segundo dados de 2011 da OMS, o consumo de álcool excessivo no mundo é responsável por 2,5 milhões de mortes a cada ano. O percentual equivale à 4% de todas as mortes no mundo, o que faz com que o álcool se torne mais letal que a Aids e a tuberculose como já salientado acima. A OMS também estima que 76,3 milhões de pessoas possuam diagnóstico do consumo abusivo de álcool. Meu! 76,3 milhões de pessoas no mundo com problemas de alcoolismo! AFF. Tá bom ou quer mais?

O uso de álcool na adolescência está quase sempre associado a comportamentos de risco, aumentando a chance do envolvimento em acidentes de trânsito, violências estrutural e sexual, uso de outras drogas e formação de gangues.

Portanto, o consumo de álcool por adolescentes está fortemente associado a risco de morte violenta, a mau desempenho escolar, a dificuldades de aprendizado, a prejuízos no desenvolvimento e na estruturação das habilidades emocionais, cognitivas e comportamentais do jovem.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cinco fatores propiciam o abuso de substâncias:

  • falta de informação sobre o problema;
  • dificuldade de inserção no meio familiar e no trabalho;
  • insatisfação com a qualidade de vida;
  • problemas de saúde;
  • facilidade de acesso às substâncias.



Entre os motivos alegados para o uso, pode-se destacar curiosidade; necessidade de pertencer a determinado grupo, diminuir inibições, adquirir coragem, tratar problemas médicos, relaxar para lidar com problemas; rituais religiosos e obtenção de prazer.

Finalizando, gostaria também de falar rápidamente sobre a senilização das drogas, mórmente do álcool como segue:

Na Suécia 25% dos óbitos de pessoas com até 50 anos, foram atribuídos ao álcool. Meu! vamos imaginar que falecem sei lá 10.000 pessoas anualmente naquele país (é só um exercício imaginativo); 2.500 óbitos do total de 10.000, são em virtude do alcoolismo. É muita coisa né não? AH Benatti mas isso é na Suécia! AH TÁ.
Um outro estudo efetuado em Lubek na Alemanha, revelou que do total de idosos acima de 65 anos que deram entrada em hospitais, foram diagnosticados como dependentes 17,7% de homens e 4,2% de mulheres. Se somarmos vai dar um total de 21,9%, isso significa que: se 1.000 idosos acima dos 65 deram entrada nos hospitais por motivos diversos, 219 foram diagnosticados como dependentes químicos. E agora é muita coisa? AH! mas isso é na Alemanha.
Pois bem! Segundo dados de 2011 da OMS, o consumo de álcool excessivo no mundo é responsável por 2,5 milhões de mortes a cada ano. 

FONTES veja.abril.com.br

www.adolescenciaesaude.com

www.cisa.org.br 

TRABALHO DE FORMIGUINHA TEM QUE CONTINUAR. Resultado de imagem para GIF ANIMADO FORMIGUINHAS

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E olha só galerinha do bem: "OLHO VIVO POIS CAVALO CONTINUA NÃO DESCENDO ESCADAS".

OLHA SÓ QUE LEGAL! VOCÊ NÃO PRECISA SE DESLOCAR ATÉ O CENTRO DA CIDADE PRÁ ENCONTRAR MEDICAMENTOS COM AQUELE PRECINHO ESPECIAL.